Nossa, já estava com saudades daqui!!! Muitas! Saudades de ter este tempinho pra espiar dentro de mim...
Estive ocupada em organizar um encontro de ex alunos do meu colégio (que por sinal foi ótimo, correu tudo muito bem, me recarregou as energias), depois tive uma semaninha complicada de trabalho e nessa mesma semana meu pai precisou ser internado e assim ficamos, ele e eu, no hospital por oito dias. Longos oito dias, mas passou, ele está em casa e parece bem. Isso é o que importa. Agora estou entrando, ou pelo menos tentando, no meu ritmo "normal".
Pretendo visitar os meus blogs preferidos, colocar meus e-mails pessoais em dia e voltar a postar aqui.
Espero que continuem por perto. : )
quinta-feira, 30 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Logo, logo eu volto
Amigos, não me esqueci de vocês.
Logo, logo eu volto!
Tenho andado às voltas com preparativos para um encontro de amigos do colégio (e isso tem me tomado todo o tempo livre). No trabalho, temos muitos projetos em andamento... Espero voltar mais tranquila depois do dia 16/06.
Beijos para todos!
Logo, logo eu volto!
Tenho andado às voltas com preparativos para um encontro de amigos do colégio (e isso tem me tomado todo o tempo livre). No trabalho, temos muitos projetos em andamento... Espero voltar mais tranquila depois do dia 16/06.
Beijos para todos!
terça-feira, 31 de maio de 2011
Porque hoje eu estou assim... e não tente me mudar. Fui!
Dia estranho...
Sabe aqueles dias em que você prefere ver as coisas de fora, só espiando pela janelinha, e de vez em quando? Sem se envolver, sem querer estar por perto?
Então... estou assim. Vou passear um pouco no jardim lá fora e volto depois, ok?
Sabe aqueles dias em que você prefere ver as coisas de fora, só espiando pela janelinha, e de vez em quando? Sem se envolver, sem querer estar por perto?
Então... estou assim. Vou passear um pouco no jardim lá fora e volto depois, ok?
domingo, 29 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Entender não será preciso
Inconstâncias me visitam de vez em quando.
Um dia feliz, um dia nem tanto. Tagarela hoje, quase muda na quinta que vem.
Dias de sono profundo, noites insones, tardes cheias de energia, domingos de tédio mortal.
Há quem tema essas mudanças, quem as defina, quem se preocupe. Eu não.
Assim encontro em mim os vários "eus" que me compõem. Eles me chamam, ora pela janela, pela porta, por e-mail... atrás do espelho, no carro ao lado, na música do rádio. Assim me encontro. Ou não!
Um dia feliz, um dia nem tanto. Tagarela hoje, quase muda na quinta que vem.
Dias de sono profundo, noites insones, tardes cheias de energia, domingos de tédio mortal.
Há quem tema essas mudanças, quem as defina, quem se preocupe. Eu não.
Assim encontro em mim os vários "eus" que me compõem. Eles me chamam, ora pela janela, pela porta, por e-mail... atrás do espelho, no carro ao lado, na música do rádio. Assim me encontro. Ou não!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
"Entonces", ...de repente, entorse
Sexta passada, bem antes das oito da manhã, levei um dos tombos mais doloridos da minha vida. Tão dolorido quanto ridículo!
Tudo bem que, pra mim, meus tombos sempre são ridículos, mas este... fala sério!!!
Lilith, minha cadela, começou a latir desesperadamente, aos pulinhos, olhando para o alto de uma árvore que temos no meu quintal.
Eu pedi que ela se calasse, em vão. Eu ainda estava com sono e não desejava que ela acordasse o meu pai com os latidos. Meu pedido foi solenemente ignorado. Ela latia mais e mais. Era um desespero, parecia que tínhamos um invasor pronto para atacar (pastores alemães podem ser muito dramáticos quando querem impressionar!)
Larguei o computador e saí, de chinelos de quarto e pijama, para tentar ver o motivo de tanta reclamação canina.
Ela pulava freneticamente e olhava fixamente para o alto, resmungando e latindo, latindo, latindo.
Comecei a procurar o motivo, olhando também para o alto, para o meio dos galhos do cipreste inocente. Não via nada, apenas dois ninhos, nenhum passarinho à vista. Lilith de pêlos em pé! Sinal de ataque.
Enquanto eu contornava a árvore e me afastava um pouco, arrastando os pés e querendo ver melhor, o imprevisto aconteceu.
CATAPUM!!!!!!!!!!!
Agora me diz: quintal com declive e chão de paralelepípedos brutos e irregulares + pessoa sonada e curiosa a olhar pra cima, arrastando os chinelos sem olhar onde pisa, ia dar em quê?????
E num piscar de olhos, entre um latido e outro, lá estava eu, deitada sobre o meu pé torcido, deveras dolorido, tentando gritar baixinho de dor... Sim, porque quando a dor é muita, a gente quer gritar. Eu queria, mas não podia! Queria gritar todos os palavrões que conheço em alto e bom som. Esfregava delirantemente meu tornozelo e o peito do meu pé que pareciam arder de dor, tanta, tanta dor! Só que era cedo, e eu não queria assustar ninguém. Enquanto as lágrimas corriam pelo meu rosto contorcido, eu gemia em sons agudos, mas baixinhos...
Ai, ai, ai, ai, ai, ai, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, caceeeeeeeeeeeeeeeeeete!
Meu único consolo foi ver que a Lilith imediatamente parou de latir!.. Veio lamber minha bochecha molhada de choro, num gesto tão lindo, que me fez ter forças para levantar apoiada na parede.
Saco de gelo sobre o tornozelo, spray de metila, massagem... Alívio relativo e eu saí de casa para trabalhar acreditando que aquela dor iria passar logo.
Pois é... me enganei. Aumentou! Ô, como aumentou!!!!!
Quatro dias depois, já estou de saco cheio dessas muletas, dessa tala de gesso, de ter que ficar quieta.
Eu não sei ficar quieta. Eu não posso ficar assim, tão quieta. Sei que devo, mas...
Que remédio? Então, fiquemos quieta!
domingo, 8 de maio de 2011
Minha melhor amiga
Quase dez anos sem você por perto... mas ainda assim, tão presente e tão forte ao meu lado, em todos os momentos de alegria, em todos os momentos de dor.
Você, Dona Helena, foi uma pessoa exemplar,e tive a felicidade de tê-la como mãe. Pena ter sido por tão pouco tempo.
Obrigada por ter feito de mim a pessoa que sou. Você continua viva nos meus pensamentos, nas minhas saudades, nas minhas escolhas, nas minhas orações.
Alguém que teve o seu amor não pode se sentir infeliz, jamais.
Você ainda guia meus passos e me ampara nas quedas.
Onde quer que você esteja, mãe, seja feliz! Tenha um lindo dia! E fique sempre com Deus
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Ataque de sono
Não sei o que me acontece, mas bateu-me um descomunal ataque de sono agora. Isto aqui, no trabalho, no meio de expediente! E não pensem que isto seja consequência de falta do que fazer, de tremendo ócio, de silêncio monótono, de iluminação baixa. Não, não! Tudo caminhando como de costume, entre blablablás de conversas de alguns ao telefone, outros a acertar detalhes, três televisores ligados,(sendo apenas dois no mesmo canal) e o digitar frenético de alguém que é rápido com os dedinhos no teclado.
Como é que eu posso ter sido atropelada por este ataque absurdamente forte de sono no meio de tudo isto?????????
Tenho uma amiga desconfiadíssima, daquelas que enxerga coisas escondidas por todos os lados, que sei que me diria se estivesse me "ouvindo" agora:
- Xiiiiiiiii, cuidado, pode ser quebranto!
Bem, como eu não sei mesmo como é que posso estar assim, com os olhos ardendo e quase fechados, vou sair para tomar um cafezinho lá fora.
Embora tenhamos aqui um sofazinho. ele é pequeno, frio e nada aconchegante. Melhor ignorar sua presença no ambiente... Afinal, muito cedo e local inapropriado para me entregar aos braços de Morfeu, não é, não?
Vou para o meu café!
domingo, 1 de maio de 2011
Até quando???
Na volta para casa, guiando, meus pensamentos costumam voar sobre o asfalto. Dia desses foi mais ou menos assim:
Mudaria alguma coisa, correria atrás de outras? Faria listas de prioridades? Relacionaria lugares para visitar, coisas para ver, festas para ir, pessoas para amar e me declarar, livros para ler, músicas para dançar e cantar???
Enfim, o que eu não gostaria de perder? O que gostaria de doar, deixar? E se eu decidisse que sim, que gostaria de fazer algumas coisas antes de morrer, por que já não começo a fazê-las agora? Por que não passo a viver de uma maneiras mais próxima daquilo que seria, talvez, levar uma vida mais plena e feliz?
Todo mundo diz e é verdade: a única certeza que temos na vida é que, um dia, vamos morrer. Saber quando, como e onde não importa. Pelo menos pra mim. Aliás, acho até melhor não saber.
Cheguei à conclusão de que não mudaria nada. Acho que gosto da vida que levo, acho que sou feliz. Isso não me impede, claro, de sorrir mais para as outras pessoas. Afinal, eu ainda estou aqui!
; )
Uma coisa é fato: já vivi mais da metade da minha vida.!
Se soubesse hoje quanto tempo ainda tenho de vida, o que eu faria???Mudaria alguma coisa, correria atrás de outras? Faria listas de prioridades? Relacionaria lugares para visitar, coisas para ver, festas para ir, pessoas para amar e me declarar, livros para ler, músicas para dançar e cantar???
Enfim, o que eu não gostaria de perder? O que gostaria de doar, deixar? E se eu decidisse que sim, que gostaria de fazer algumas coisas antes de morrer, por que já não começo a fazê-las agora? Por que não passo a viver de uma maneiras mais próxima daquilo que seria, talvez, levar uma vida mais plena e feliz?
Todo mundo diz e é verdade: a única certeza que temos na vida é que, um dia, vamos morrer. Saber quando, como e onde não importa. Pelo menos pra mim. Aliás, acho até melhor não saber.
Seria preciso, para passar a viver verdadeiramente, tomar um mega susto, ver a vida por um fio, ser vítima de uma doença grave e fatal, ter um acidente, perder alguém muito importante?
Por quê? Por que não viver a vida da melhor maneira possível?Cheguei à conclusão de que não mudaria nada. Acho que gosto da vida que levo, acho que sou feliz. Isso não me impede, claro, de sorrir mais para as outras pessoas. Afinal, eu ainda estou aqui!
; )
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Intervalo para cuidar das minhas listinhas
Intervalo nas minhas escritas...
(Enquanto isso eu cuidando de “ticar”minhas intermináveis listinhas)
Não sei se já disse, mas eu vivo cercada de listas na minha vida.
Se não as tiver por perto, vou me esquecer de um compromisso, vou comprar coisas a mais ou a menos, vou perder mais tempo do que preciso.
Adquiri o hábito de criar listas de compras, de itens para fazer, de compromissos, de tudo!
Eu faço um quadradinho ao lado esquerdo da linha e descrevo em seguida o que precisa ser anotado. E só vou fazendo cruzes nestes quadradinhos quando liquido aquela tarefa.
Assim vou levando os dias e as obrigações com a sensação ilusória de que tenho a vida sob controle, um pouco organizadinha.
Além das comuns listas de compras, que levo para supermercados e shoppings em datas certas, costumo fazer estas outras listas em cadernos, cadernetas, caderninhos... comprados e destinados para este fim. Eu vou marcando TUDO que preciso fazer.
Devo confessar que sinto inenarrável prazer quando olho para uma página que quase não apresenta mais quadradinhos em branco!
Será mania?
Peguei este hábito com uma colega super mega organizada com quem trabalhei, a Marcia Pi.
Produtora competente, ela nunca se esquecia de nada e parecia ter sempre tudo sob controle.
No seu caderno, se você visse um quadradinho em branco, a tarefa estava por fazer. Se visse apenas uma linha diagonal dentro do quadradinho, o trabalho tinha começado a ser feito, estava em andamento, mas não concluído. Se tivesse já o famoso “xis” no quadradinho, ou se quiser ler como “dois riscos diagonais opostos”, pronto! Acabou, tarefa concluída.
Eu devo admitir que não chego a tanto. Não costumo ticar para me informar que comecei o trabalho. Apenas tico quando termino!
Pi usava um caderno destes no trabalho e eu acabei fazendo o mesmo.
Hoje tenho um no trabalho e um para a vida pessoal. No trabalho, um caderno grande, tipo universitário.
Na vida pessoal, cadernos menores, que caibam na bolsa, para que eu possa levar pra qualquer lugar e anotar naqueles momentos livres.
E tem alguns momentos estranhos em que eu saco o bichinho e saio anotando o que lembro e ticando o que foi feito: sala de espera do dentista, do médico, no congestionamento dentro carro, antes de dormir, enfim... Deu vontade ou lembrei de alguma coisa? Tá valendo!
Acaba virando um passatempo. O problema é que a gente se acostuma.
Será que vira TOC?
rsrsrs
(X) fazer declarações Imposto de Renda
(x) comprar ovos de Páscoa
( ) pagar conta dos telefones Abril
(x) telefonar para a Mô
(x) pintar o cabelo
(x) comprar ração da Lilith
( ) colocar casacos de inverno no sol
( ) marcar consulta dentista
( ) agendar clareamento
( ) trocar horário na drenagem
( ) comprar presente de aniversário Flavinha
( ) trocar o óleo do carro
( ) lavar edredon vermelho
(x) marcar exame domiciliar pai
( ) compras semana
(x) retirar dinheiro no caixa
( ) pesquisar preços remédios do pai
(x) xerocar documentos
(x) licenciar carro Al
( ) preparar recibos empregada
(x) pedir orçamentos almoço colégio
( ) reservar data manicure
( ) encomendar vitaminas
( ) organizar gavetas criado
( ) gravar novo CD mp3 para levar no carro
(X) pagar imposto renda - pai
( ) etc
( ) etc
( ) etc
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Mais "Foo Fighters", que eu adoro
Music video by Foo Fighters performing The Pretender. YouTube view counts pre-VEVO: 4,323,242 (C) 2007 Roswell Records, Inc.
domingo, 17 de abril de 2011
Apagando o dia
É!
Tem dia que é chato, mesmo. E a culpa não é de ninguém, nem mesmo minha.
O sol saiu brilhante, quentinho, e transformou o domingo num lindo dia de céu azul com poucas nuvens. Nem assim...
As pessoas devem ter aproveitado para passear, tomar sorvete, ficar ao ar livre, andar de bicicleta, brincar com cachorros e crianças.
Eu, não!
Na contra-mão de todos que lotaram os parques, eu me escondi dentro de casa.
Rezei para que o telefone não tocasse, para que visitas não aparecessem e para que o domingo voasse.
Esparramei-me sobre a cama que eu não arrumei e deixei o banho para o final do dia.
Só cumpri com os cuidados que tenho que ter com o meu pai doente. E tentei disfarçar o meu desânimo, mas hoje eu não consegui. Hoje eu não exigi demais de mim. Hoje não me forcei sorrir sem sentir.
Ainda falta um pouco de domingo no relógio. Sim, porque para mim, domingos acabam quando começa a tocar a musiquinha do Fantástico.
Alguns dias é tão mais fácil não forçar a barra, não fazer cara de feliz!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Eu tenho umas manias estranhas. Tudo bem, todo mundo tem! E daí?
Normal!!!
Uma delas é a de ouvir, incessantemente, uma música até cansar, até não ter mais forças pra cantar e, finalmente, relaxar.
Um desejo compulsivo, que não sacio enquanto todas as notas não invadirem cada milímetro do meu ser.
Normalmente são músicas cheias de energia, que mexem comigo.
A maioria delas tem a bateria forte, o ritmo quase agressivo...
Hoje a “Best Of You”, do Foo Fighters, estava intermitente na minha cabeça...
Sabe quando você se pega lembrando do refrão a todo momento, assim, do nada? E a música vai e vem, interrompendo o seu raciocínio, te pedindo pra ficar.
Enquanto eu não coloquei pra ouvir uma ,duas, cinco vezes, não me satisfiz.
Adoro.
Hoje estou assim. Não estou pra conversas. Pelo menos por enquanto.
Não sei se você também é assim, esquisito, como eu. Talvez me entenda, talvez ria de mim. Não importa. Você deve ter as suas esquisitices também.
Tem dia pra falar pelos cotovelos, tem dia pra calar, tem dia pra cantar e gritar...
Hoje me realizo nas caretas e agudos do Dave Grohl. Hoje vai ser assim!
domingo, 10 de abril de 2011
Uma noite bem dormida
Acordei cedinho depois de horas de sono bem recebido. Passei a longa noite me dividindo entre agarrar meus travesseiros, ficar de mãos dadas com o meu marido, aninhar-me em seu corpo ou simplesmente esparramar-me pela cama.
Foi muito bom!
Fazia muito, muito tempo, que não dormia tanto assim naturalmente.
Ontem à noite, por volta das dezenove horas, tomei um lanche e resolvi deitar na cama para descansar. E ali fiquei! O soninho foi chegando, meus olhos começaram a pesar e a preguiça foi tomando conta de mim tão profunda e rapidamente que não resisti. Só tive coragem de mudar a roupa e me enfiar embaixo do edredon porque estava com frio. Sim, edredon, porque ontem no final da tarde, de uma hora para a outra, começou a bater um ventinho e o tempo esfriou rapidamente. Comecei a sentir frio no quintal e declarei, ao pessoal aqui de casa, que aquela seria uma noite boa para dormir.
Algum bom anjo estava passando, ouviu, consentiu e disse ”Amém!”.
Nem duas horas depois, eu já estava dormindo tranquilamente na minha caminha.
Que coisa boa!
E ali fiquei, por duas, três, quatro horas em sono profundo...Já não sei. Não fiz as contas.
Hoje cheguei a brincar perguntando se alguém tinha posto alguma coisa no meu suco.
Levantei algumas vezes da cama, mas voltei logo e o sono não foi embora, retornou bonzinho e amigo para os meus braços. Sonhei, sonhei, sonhei.
Eu precisava mesmo disso.
Às vezes os prazeres podem ser tão simples, não?
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Preguiça disso
Dizem que sou boa observadora. Sou, sim, mas isso nem sempre é bom.
Há coisas que eu preferia não ver, não ouvir, não perceber...
Tenho olhado ao redor e visto muita gente fingindo. Será que são felizes?
Fingindo serem amigas, fingindo serem animadas, fingindo serem confiáveis.
Fingindo serem interessantes, fingindo inteligentes, fingindo serem especiais.
O pior de tudo, pra mim, é fingirem ser amigas.
Por interesse, por falta de princípios, por falta de tudo? A vida dessas pessoas é assim, pautada em mentiras.
_ Por quê?
Uma revolução nos valores??? Será que eu perdi o trem e o legal agora é ser assim?
Hummmm, não quero. Eu passo. Que fiquem longe de mim.
"Passarinho que dorme com morcego acorda com cabeça pra baixo".
Há um outro ditado velho e desgastado que cai também muito bem:
- Diga-me com quem andas e eu te direi quem és!
Tô fora! Tenho uma reputação a zelar... rsrsrs
Pessoas, que na verdade mal se suportam, se abraçam e dividem piadinhas infames. Sim, porque pra mim, alguém que fala mal de alguém quando essa pessoa não está por perto, não pode ser amigo de verdade. De repente o que importa é fazer parte da turminha, nem que seja compartilhando o escárnio. E dividida e absorvida cada cota de maldade entre partes, cada um sai com o sorrisinho artificial, triunfante, de quem se julga aceito no grupinho malecidente. Que triste!
E eu me pergunto de novo:
_ Por quê?
Alguém me ajuda a entender?
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Crianças na quadra
O colégio, ao fundo do meu quintal, libera sons de infância e gritos entusiasmados de jovens que correm suados e felizes atrás de uma bola.
Temos um dia ensolarado e o cenário perfeito para uma competição feliz.
A cada gol, um coro entusiasmado e um professor que parece ainda mais satisfeito.
_ Vamos lá, vamos lá! Mais um! - o professor sabe que o incentivo é tudo!!!
O apito do recomeço do jogo ou das poucas faltas se mistura aos sons da torcida. E essa torcida é animada, é sincera.Comemora a plenos pulmões. Aqui não há brigas nas arquibancadas, aqui temos amigos empolgados, nada mais.
Um garotinho tropeça, cai, mas nem cara feia faz. Está logo pronto pra outra. Outro menino, mais afoito e com sede de gol, suplica que lhe passem a bola... e rápido! Ele não pode perder essa chance. _Vamos logo! Vai, vaaaaaaai! Aqui!
Menininhas animadas nas laterais da quadra, com seus gritinhos agudos, se assustam quando a bola passa ligeira por elas, estourando na parede ao fundo. Vale a pena o risco de tomar uma bolada se é para ver o Lucas jogar.
São sons de uma manhã colorida, vibrante.
Por que o mundo não pode ser simplesmente assim? Como um jogo de futebol infantil?
Tão bom ser criança, tão bom acreditar na chance de suas vitórias!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Câmeras da minha infância
E pensar que as primeiras fotos que bati foram com câmeras assim:
(rsrsrsrs)
Lembro bem de ter tido uma igualzinha a esta:
(rsrsrsrs)
Lembro bem de ter tido uma igualzinha a esta:
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